Irene quer me imitar e resolve escrever:
Eu saí do quarto e deixei um rastro de fumaça atrás de mim. Joguei um Bom Ar, também, para dar mais pinta ainda. Porque nem incenso é tão ‘mamãe-to-fumando-maconha’ quanto Bom Ar.
Especialmente sendo eu, que quase nunca me importo com nenhum cheiro.
Dei de cara com a atual moradora do quarto de hóspedes. Uma antiga amiga de minha tia.
Ela tem uns 70. Um filho de cerca de 50. E este filho fuma maconha desde quinze anos de idade.
Então faz trinha e cinco anos que esta mulher sentiu cheiro de maconha pela primeira vez. Tenta imaginar, em 1975 você descobrir que seu flho fuma a erva do diabo.
Imagina como ela não ficou? Pois é, neurótica. Quase uma ativista anti-maconha.
E ela me viu e disse:
- Fica tranquila. Só vou implorar que sua tia nunca reclame de você fumar em casa. Melhor do que passar pelo que meu filho passou. Gosto muito de sua tia para deixar que ela corra o risco deviver o que eu vivi.
Moral da história: nem tudo é o que parece.




A vida como ela é…
Pô, fala pra Irene que ela precisa melhorar…
Bom, mas fraquinho…rsrs
Abraço!